História do Turismo

HISTÓRIA DO TURISMO MUNDIAL E DO BRASIL

José Queiroz

 

 

HISTÓRIA DO TURISMO MUNDIAL

 

Historicamente nossos produtos, serviços e mão de obra, como em outros países, têm beneficiado mais a outros lugares do que ao próprio Brasil. Aparentemente nos falta capacidade, mas hoje sabemos que os interesses, o corporativismo e a má conduta de alguns dirigentes, nos tornaram “incapazes”, e com o turismo não tem sido diferente. Porém as pessoas e instituições envolvidas com a atividade, e a sociedade brasileira, estão prontas para torná-la um dos melhores negócios do país, que tem um grande e reconhecido potencial.

O homem sempre precisou viajar! Para sobreviver, para proteger-se, para conquistar, comerciar, por curiosidade natural, por lazer, enfim, há registros desde a pré-história de deslocamentos individuais e em grupo. As civilizações mais antigas fizeram longas viagens nas regiões onde surgiram, atuais Oriente Médio, parte da África e da Ásia, graças aos avanços “científicos e tecnológicos” da época. Os gregos deixaram testemunhos de viagens regulares por outros motivos, além da sobrevivência e conquistas, como as consultas aos Oráculos e as Olimpíadas. Mas os romanos foram os primeiros a viajar por férias, ócio e prazer. As águas termais, as praias, os teatros e os gladiadores eram atrativos.

Porém os primeiros grandes deslocamentos regulares entre nações e continentes, aconteceram por motivos religiosos. Com a consolidação do Cristianismo e a construção da igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, as peregrinações se tornaram constantes para aquela região, havendo também, a partir do século VI, visitação à Roma, origem da palavra romeiro. No século VII teve início a peregrinação à Meca, e no séc. IX, com a descoberta da tumba de Santiago, na Espanha, começaram as romarias para aquela região, registrando-se nessa época as primeiras excursões pagas, com líderes de viagens conhecedores dos caminhos, que impunham regras de horários e outros procedimentos.

As cruzadas, entre os séculos XI e XIV, a princípio militares e com motivação religiosa, acabaram incrementando as viagens e o comércio na Europa, fazendo surgir as feiras comerciais nas estradas mais movimentadas, meios de hospedagem que muitas vezes ofereciam serviços típicos de agencias de viagens – em 1282 foi constituída uma “Liga” de proprietários de pousadas, na Itália – e uma classe com dinheiro e interessada em viajar. Entre os séculos XIII e XV eram comuns as viagens à cavalo ou em charretes entre as feiras comerciais; pessoas do norte da Europa procurarem as praias do Mediterrâneo, no verão; pessoas do sul procurarem os banhos do norte do continente; intercâmbio entre as universidades européias; e houve até registro de uma viagem com direito a indenização, no final do século XV.

Entre os séculos XVI e XIX, com a expansão comercial da Europa e o uso da bússola, os europeus conheceram lugares diferentes, e teve início uma intensa atividade relacionada com viagens, negócios e aprendizagem, inclusive surgindo já no século XVI o primeiro guia de viagens, na França, e um dos primeiros hotéis do mundo, no Egito. Nesta época começaram os Grand Tours, antecessores dos intercâmbios atuais, particulares, iniciativa de famílias que queriam seus filhos conhecedores de outros continentes, outras culturas e idiomas para, assim, conduzirem suas vidas e seus negócios, e que duraram até a metade do século XIX, quando foram superados pelas facilidades de viagem a partir dessa época. Além disso, as viagens de recreação pela Europa, a busca pelos Spas e os jogos de azar, incrementaram o turismo.

No século XVIII o turismo já era reconhecido pelo potencial econômico, inclusive como fomentador de outras atividades, e no século XIX, com a consolidação da Revolução Industrial; transformação da economia e da sociedade; e os avanços científicos e tecnológicos, o turismo foi intensificado. Com a produção e a relação com o trabalho modificada de consumo imediato para a acumulação de bens, os trabalhadores conquistaram ganhos sociais como redução da jornada de trabalho, férias remuneradas e viagens de trens, que eram privilégio da burguesia, e foi preciso encontrar maneiras de administrar o tempo ocioso. Além das opções próximas aos centros industriais, foram criados balneários para os trabalhadores aproveitarem os períodos de folga ou de férias longe da vida conturbada desses lugares, que atraiam o submundo dos vícios, e outros delitos.

Thomas Cook organizou a primeira viagem coletiva em 1841, dando início a comercialização das viagens como a conhecemos hoje. Ele realizou viagens pela Europa e para EEUU e África, locais onde se articulou e incentivou outras pessoas e negócios, foi o criador do voucher de hotel e utilizou serviços de guias de turismo a partir de 1846. Ainda na segunda metade desse século a American Express começou sua atividade, criou o Travel Cheque e também uma das maiores agencias de viagens da história, e tem prestado relevantes serviços ao turismo mundial. Na última década do século XIX já havia muitas viagens de férias para a Flórida, incrementando a economia dos EEUU e despertando o interesse pelo turismo tropical.

O começo do século XX foi extremamente tumultuado pelas disputas econômicas que levaram o mundo à Primeira Guerra e paralisaram o turismo mas, ainda assim, a França criou a primeira Lei Orgânica para a atividade, recomendando estudos e esforços para melhorá-la, e em 1940 ela já considerava o turismo não apenas atividade econômica, mas atividade de interesse da sociedade, por sua relação com a cultura, a imagem do país e com outras atividades. Entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial teve início o turismo de massa, resultado de novas conquistas dos movimentos operários, a princípio para compensar trabalhadores de países totalitaristas, como Itália, Alemanha e a própria França, depois se tornando um negócio importante para o turismo.

Em fevereiro de 1919 foi realizada a primeira viagem turística aérea entre Paris e Londres, num avião que seria usado na Primeira Guerra, mas acabou adaptado para passageiros. Tinha 12 lugares e fez o percurso em duas horas e meia. Em 1925 houve um Congresso Internacional em Haia, Holanda, reunindo as Associações Oficiais de Tráfego e Turismo de diferentes países, e providências foram tomadas para a formação de um órgão internacional que viria a ser a UIOOT – União Internacional de Organizações Oficiais de Turismo. Durante a Segunda Guerra o turismo parou, e com a criação da ONU, em 1945, ele foi reconhecido como atividade econômica importante e mundial, e ficou sob a responsabilidade da UNESCO, até a criação da OMT em 1970, no México, e hoje a sede está em Madrid, Espanha.

Depois da Segunda Guerra Mundial teve início o período econômico conhecido como Estado do Bem Estar Social, que impulsionou bastante o turismo quando países europeus, e depois em outros continentes, passaram a fazer um controle maior da economia e garantiram melhores condições de sobrevivência dos trabalhadores, através da estatização, educação, saúde e previdência social. A Cultura de Massa, característica da industrialização da sociedade, também incrementou o turismo, através da diferenciação de conhecimentos e produção de obras e eventos de entretenimento, e que também acabou se tornando uma atividade econômica importante na sociedade moderna.    

Em 1949 foi vendido o primeiro pacote aéreo e a partir daí o avião passou a ser a principal opção de todos os envolvidos com a atividade, tornando-a cada vez mais intensa, fomentadora de outras, e motor da economia de muitas cidades e países. Em 1956 foi realizado o Primeiro Congresso de Turismo Social, em Berna, quando foram aprovadas por outros países europeus as férias remuneradas, impulsionando a criação de agências e operadoras em todo o mundo. Em 1972 houve a Convenção Mundial do Patrimônio, da UNESCO, pois já se manifestava a preocupação com monumentos e o meio ambiente, supostamente agredidos pela indústria turística que hoje é, reconhecidamente, instrumento de preservação do patrimônio histórico, do meio ambiente, de culturas e da paz mundial, demonstrando a transcendentalidade e a heterogeneidade dessa atividade.

As melhorias nos transportes, os vôos charters e a internacionalização de redes hoteleiras modificaram o perfil do turismo nas décadas de 80 e 90, com muito mais pessoas viajando, exigindo melhor formação dos profissionais, melhor qualidade de serviços, novos parceiros, como o marketing e a publicidade, e mais investimento em infra-estrutura, o que fez com que muitos operadores e centros turísticos adequassem a demanda à oferta desses centros. Na década de 90 o turismo passou a fazer parte da agenda econômica de vários países, focando na preparação de profissionais, promoção e sustentabilidade, além de políticas supranacionais com leis que fomentam o turismo. Na França já existe desde 1999 o ramo do Direito do Turismo devido a necessidade da atividade amparar-se em leis do direito civil, direito do consumidor, direito internacional público e privado, direito comercial, entre outros, que reconheçam suas relações com outras atividades, suas necessidades e objetivos.

Mas o fim da Guerra Fria foi também o fim do Estado do Bem Estar Social e foram retomados os ideais do liberalismo econômico, que é a mínima intervenção do estado e a livre circulação de capitais, tendo inicio a globalização, com profundas modificações no mercado de trabalho, tendo sido substituído o emprego formal e o apoio do estado, pela terceirização, empreendedorismo e cooperativas. Deixaram de existir ganhos como férias remuneradas, décimo terceiro salário e fundo de garantia, o que afetou o turismo nos últimos anos, modificando o perfil de turismo de massa para o turismo individual, de negócios e de eventos.

A internet e o comércio eletrônico já estão causando novas mudanças e a necessidade de adaptação, não apenas pela comercialização diferente, mas pela quantidade de informações disponíveis a respeito dos atrativos, infra-estrutura, segurança e qualidade de serviços e pessoas que não tinham tempo ou o hábito de ler e escrever agora o fazem pela internet, influenciam e são influenciadas por outras, escrevem segundo sua formação, consciência e interesse e exigem profissionais e competência.  Não basta ser bonito, ter atrativos, publicidade ou preço, pois a tendência atual são as viagens mais personalizadas, para lugares limpos, agradáveis, seguros e com bons serviços.

 

HISTÓRIA DO TURISMO NO BRASIL

No Brasil colonial tivemos as viagens comerciais e de alguns raros personagens que viriam a se tornar importantes para a história, sendo que em muitos casos, eram paradas causadas por problemas com o tempo, ou com seus barcos, já que Portugal fazia restrições à circulação de estrangeiros por seus portos. No período imperial, com a abertura dos portos, a presença da corte e a chegada de imigrantes europeus, tivemos visitas programadas como a dos naturalistas George Gardner e Charles Darwin, entre outros, e houve mudança de hábitos, com a instalação das ferrovias, construção de hotéis, restaurantes, e a busca por higiene, saúde e lazer.

Alguns dos primeiros lugares a receber turistas foram Petrópolis, Poços de Caldas e Campos do Jordão, entre outros, e o melhor hotel desse período foi o Grande Hotel, de São Paulo, construído em 1878. Em 1907 recebemos a primeira excursão internacional, organizada pela agencia Thomas Cook. A partir desse ano é oferecido incentivo para a construção de hotéis – o Copacabana Palace foi construído em 1922 – e que, em alguns casos, acumulavam a função de cassino e casa de espetáculo, atividades que incentivaram o turismo até a proibição do jogo em 1946.

Em 1923, no rastro das comemorações pelos 100 anos de independência, tivemos a primeira iniciativa para alavancar o turismo em todo o país, pelo Touring Club do Brasil, que se chamou na época Sociedade Brasileira de Turismo, e se encarregou de ações visando à promoção do país, tais como, campanhas publicitárias, estandes em eventos internacionais, os bailes do Teatro Municipal e os concursos de música carnavalesca, os banhos de mar à fantasia, e o corso pela Avenida Atlântica, que revelaram Copacabana, criaram o mito do Carnaval do Brasil, e que tornou obrigatória a passagem dos navios transatlânticos pelo país.

Foi o Touring também que levou, em 1932, o primeiro navio turístico do Sul do Brasil para a Amazônia, passando pelo Nordeste, e causando a admiração e o interesse das outras pessoas, e de outras cidades, pelo turismo. Além disso, ele trabalhou pelas estradas e o turismo interno de modo geral, revelando um país desconhecido para muitos e revertendo a mania de Europa de nossa elite. Foi o Touring Club – que passou a se chamar assim em 1926, depois de filiado a instituições do turismo mundial – que revelou Paulo Afonso para os brasileiros que só conheciam Iguaçu; recuperou Ouro Preto da decadência, levando excursões de trens; lutou pelo meio ambiente, obtendo a criação do primeiro Parque Nacional na Serra dos Órgãos; lutou pela memória do Brasil, tirando Tiradentes e Santos Dumont do esquecimento – a Varig foi fundada em 1924. Em 1934 o Touring Club foi designado pelo Itamaraty Órgão Oficial para o Fomento do Turismo.

Durante o governo de Vargas, de 1930 a 1945, foi criado o DIP – Departamento de Imprensa e Propaganda – em 1938, que ficou responsável pela atividade, através da Divisão de Turismo, e por elaborar ações de promoção do turismo em solenidades comemorativas, no Brasil e no exterior, mas o jogo continuou sendo o principal motivador das viagens entre Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, além de outros estados, com a maioria dos cassinos e casas de espetáculos instalados em hotéis e estâncias hidrominerais. O mais famoso do Brasil foi o Cassino da Urca, Rio de Janeiro, apesar de Poços de Caldas, em Minas Gerais, possuir belos e requintados hotéis, reduto da burguesia nacional e internacional. Getulio Vargas deixou o governo em 1945, o jogo foi proibido em 1946 e um de seus últimos atos, em 1945, foi a criação do SENAC.

A descoberta do petróleo no Brasil, a Copa de 1950 e os títulos de 1958 e 1962, e a construção de Brasília, chamaram a atenção mundial sobre o país e fomentaram o turismo. Em 1958 foi criada a COMBRATUR – Comissão Brasileira de Turismo – e em 1966 foram criados o CNTur – Conselho Nacional de Turismo – e EMBRATUR – Empresa Brasileira de Turismo – com a função de organizar e estimular o turismo, que foi reconhecido como atividade econômica importante, e para isto foram criados fundos para o financiamento de projetos. Em 1971 foi instalada a primeira faculdade de turismo do Brasil, em São Paulo, na atual Universidade Ahembi-Morumbi, a UNIBERO, SP, em 1972 e a USP em 1973.

Em 1977 foi criada a Lei 6505/77, uma das mais importantes da legislação turística do Brasil, que regulou as atividades e serviços, criou a política de proteção ao patrimônio natural e cultural do país e tratou dos meios de hospedagem e restaurantes. Em 1986, seguindo a tendência mundial da livre iniciativa, o Decreto Lei 2294/86 pôs fim ao registro, tornando livre a atividade turística no Brasil, que assim consta na Constituição de 1988, onde o Artigo 180 determina que ‘A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico’. Esta lei determina elevá-lo à condição de fator de desenvolvimento, a promoção e o incentivo estatal. Em 1991 a EMBRATUR passou a ser o Instituto Brasileiro de Turismo e em 1993 foi reconhecida e regulamentada a profissão do guia de turismo, Lei 8623/93.

 Em 1994 foi posto em prática o PNMT – o Plano Nacional de Municipalização do Turismo – que foi uma tentativa de levar as discussões, decisões e administração da atividade para o interior dos municípios identificados como turísticos, que não teve pleno êxito em alguns lugares pela falta de um plano nacional com a participação de profissionais conhecedores da realidade do turismo no Brasil, que orientassem a implantação do plano em consonância com outros setores e necessidades da sociedade; por causa da importação de planos e métodos estrangeiros que não se aplicavam aqui, em alguns casos; e pela ausência de profissionais na maioria dos municípios para conduzir o plano, o que obrigou a interferência dos meios científico e profissional.

Em 2001 a política para o turismo do Brasil foi adaptada a estabilidade da economia, e em 2002 foi criado o IBCDTUR – Instituto Brasileiro de Ciências e Direito do Turismo – uma Organização Não Governamental voltada para a consolidação e desenvolvimento do Direito do Turismo no Brasil e na América Latina, e novas discussões culminaram com a regulamentação da Lei Geral do Turismo, de 2008, que ainda não teve a participação de profissionais de todos os setores  e continua dando mais ênfase ao aspecto econômico, apesar da referência e iniciativas relacionadas com a responsabilidade social do turismo.

A ênfase em propaganda e apoio às agências e operadoras que tem sido dado no Brasil, resultaram num equívoco curioso de alguns estudiosos que criticam o apoio ao receptivo, que é associado às agências, operadoras e hotéis que fazem negócios com apoio direto do governo, principalmente com outros países, e que recebem a maior parte dos incentivos, mas, na verdade, a maior parte da cadeia do turismo receptivo do Brasil não tem este benefício, nem representatividade, o que atrapalha o desenvolvimento do setor.  

Mas um dos problemas para o turismo receptivo do país é a falta de planejamento sustentável da EMBRATUR antes, e Ministério do Turismo agora, fundado em 2003, e que, levados pelo desenvolvimento do país nos últimos anos, criaram uma política de incentivos para agências, operadoras e hotéis que atenderiam às prováveis necessidades, que mais beneficiou às grandes operadoras e redes hoteleiras do que as pequenas. Não há um programa ou discussões oficias em torno da profissionalização e envolvimento do receptivo na elaboração de políticas, e pior, adotou modelos de procedimento incompatíveis com nossa história, nossas tradições e nossa personalidade, isolando o turista do povo brasileiro em ilhas artificiais, que são os resorts e os cruzeiros. No entanto o Brasil tem o Conselho Nacional de Turismo, formado por 71 instituições públicas e privadas.

Conclui-se que até o presente momento o turismo não é tratado como atividade de interesse geral no Brasil, assim como em outros lugares do mundo, por falta de profissionais dedicados que promovam discussões a respeito da sua abrangência econômica, mas da sua responsabilidade com a sociedade e a cultura do país também, que promova a profissionalização e as mudanças necessárias para que ele beneficie toda a sociedade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CARVALHO, C.L. de – Turismo, uma Arma Poderosa para Incrementar o Crescimento. Revista do Instituto Brasileiro de Turismo. Atualidades n.23. Brasília: EMBRATUR, dez. 1999 p.2-15. XX;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Turismo – HISTORIA DO TURISMO;

- BADARÓ, Rui Aurélio De Lacerda – o Direito do Turismo através da história  -http://www.ibcdtur.org.br/downloads/DireitoDoTurismoHist.pdf;

http://www.eumed.net/libros/2006c/194/1b.htm – Desenrolo Histórico do Turismo – Luziana da Silva Souza;

http://www.touring.com.br/historia.php - HISTÓRIA;

-http://www.efdeportes.com/efd114/o-turismo-na-era-vargas-e-o-departamento-de-imprensa-e-propaganda.htm – Prof João dos Santos Filho;

http://www.obsturpr.ufpr.br/artigos/hotelaria11.pdf – A Belle Époque do turismo brasileiro –Prof. Dario Luiz Dias Paixão;

http://www.espacoacademico.com.br/025/25jsf.htm -O turismo brasileiro: equívocos, retrocessos e perspectivas – o balanço que nunca foi feito – Prof. João dos Santos Filho;

http://www.obsturpr.ufpr.br/artigos/turismo24.pdf -EMBRATUR OMITE A VERDADE SOBRE HISTORIA DO TURISMO – Prof. João dos Santos Filho;

http://www2.anhembi.br/publique/media/leandro – Avaliação do Programa Nacional de Municipalização do Turismo: diferentes visões – Leandro Benedini Brusadin;

http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/legislacao/downloads_legislacao/Decreto_7381-2010.pdf – LEI GERAL DO TURISMO;

http://www.obsturpr.ufpr.br/EPTUR/PANORAMA%20HISTRICO%20DO%20TURISMO.pdfPANORAMA HISTÓRICO DO TURISMO: DO MUNDO MODERNO À CONTEMPORANEIDADE; Leandro Henrique Magalhães;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo NEOLIBERALISMO – WIKIPEDIA;

http://www.ibcdtur.org.br/downloads/Evolu%E7%E3o%20da%20legisla%E7%E3o%20turistica%20no%20Brasil.pdfA EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇÃO TURÍSTICA BRASILEIRA: O INÍCIO DO DIREITO DO TURISMO – Rui Aurelio de Lacerda Badaró, presidente do IBCDTUR;

http://www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe4/individuais-coautorais/eixo05/Sergio%20Henrique%20Azevedo%20Teixeira%20-%20Texto.pdfCURSOS SUPERIORES DE TURISMO: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA – Sérgio Henrique Azevedo Teixeira

Responses

  1. Excelente pesquisa. resumo muito bem feito, apesar do final com algumas opiniões que não sei se foram do autor, ou de algum dos links visitados. Precisava disto para meu trabalho sobre Comunicação pública com grupos do Turismo rural. Sucesso pra vc!

    • Olá Verônica,

      Desculpe a demora em responde-la. Obrigado pelo comentário e todas as opiniões são minhas, que continuo dedicado à busca das informações e do diálogo para o desenvolvimento da atividade.

      Um abração!


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 801 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: